Grupo Alun adquire a StartSe e reforça educação executiva

Juliano Tubino está de camiseta branca e Junior Borneli de camiseta preta. Na foto. eles estão lado-a lado

Aquisição da StartSe pelo Grupo Alun reforça a convergência entre tecnologia e negócios. O movimento amplia o portfólio de educação executiva, fortalece a presença internacional e posiciona o grupo como referência global na capacitação de profissionais em um cenário de transformações aceleradas

A aquisição da StartSe pelo Grupo Alun, anunciada em 17 de setembro, é considerada um marco na educação executiva. A operação, que envolveu aporte financeiro e troca de ações, ainda aguarda aprovação do CADE, mas já projeta impactos significativos. Segundo Juliano Tubino, CEO da Alun, a estratégia não busca apenas consolidação, mas a complementaridade: “Todo componente tem que trazer um novo formato de aprendizagem, um novo público e um novo modelo de negócios. E a StartSe preenche todos esses requisitos”.

Com a chegada da nova empresa, o grupo — que já reúne Alura, FIAP e PM3 — reforça seu papel de unir tecnologia e negócios em um ecossistema mais completo. A StartSe, que nasceu em 2014, já capacitou mais de 300 mil profissionais e tem forte atuação internacional com imersões no Vale do Silício e na China.

Educação executiva como diferencial

Um dos primeiros frutos da aquisição será o lançamento do Post-MBA StartSe University, voltado a executivos C-level. O programa terá professores do Vale do Silício e da China, além de módulos presenciais internacionais. A proposta é competir com instituições globais como MIT e Stanford.

A união da StartSe e o Grupo Alun também cria oportunidades de cross-sell entre as marcas, integrando experiências internacionais da StartSe a cursos de pós-graduação da FIAP e ampliando a oferta para executivos. A liderança das empresas seguirá independente, com Junior Borneli, CEO da StartSE, assumindo um assento no conselho do grupo.

Meta bilionária antecipada

O impacto financeiro é expressivo. Esta união das duas empresas antecipa para 2026 a meta de R$ 1 bilhão de receita, antes prevista para 2027. Em 2024, a receita conjunta de Alura, FIAP e PM3 foi de R$ 560 milhões, e a expectativa para 2025 é crescer 40% com a incorporação da nova operação.

Além da receita, o grupo também amplia sua ambição de impacto social: quer capacitar 15 milhões de pessoas até 2030, quase o dobro dos sete milhões já alcançados. Para o fundador da StartSe, Junior Borneli, o movimento atende a uma lacuna importante: “Mais do que ensinar conceitos modernos, queremos preparar a alta liderança a conduzir transformações críticas em cenários de incertezas”.

Fonte e imagem: StartSe e Alun

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